Pular para o conteúdo principal

Postagens

Vestimenta que te cabe

            Começava o dia e se vestia de felicidade. Assim já acreditava estar pronto para sair na rua.Nela já demostrava sua peça de roupa mais manjada, um sorriso amarelo tamanho grande que ele achou no escritório num dia em que todos comemoravam o aniversário do patrão.           Ao longo do dia trocava de figurino. Ia do casual apressado até o compenetrado no trabalho. Ainda existias outras trocas de figurino que dependia do que o dia demandava, por vezes podia ocorrer de precisar de uma visual mais estressado, isso sempre acontecia no ultimo dia de entrega do projeto. Contudo, a rotina era exibir ao final do dia um olhar aberto esperando novos convites,mas essa peça de roupa não agradava ou não tinha a cor da estação, alguma coisa nela estava errada, poucos a viam, as pessoas estavam usando caras fechadas e não percebiam a abertura do seu olhar, assim por poucas vezes tirava ...
Mergulhei no mundo errado mesmo assim resgatei certas repostas Sofro com um desconforto pela falta da duvida Sinto falta da venda quentinha que tampava meu rosto meus olhos agora são ofuscados pela luz sofro por saber da verdade mas não me amedronto por ela Eu aguento segurar o peso da verdade

A "Cura"

         Num dia qualquer eu posto uma mensagem no meu Facebook falando mal do Marcos (in)Feliciano, como uma amiga minha gosta de chamar. Na mensagem eu falava mal do Felicano por propor  o projeto da cura gay pela madrugada. Como reposta um amigo meu comenta dizendo que um grupo gay anos atrás também propôs uma projeto ridículo pela matina.           Até hoje não compreendi essa reposta. Um grupo gay propõe algo ridículo anos atrás e isso justifica uma atitude no mínimo tola do atual presidente da Comissão de Direitos Humanos. Deixa eu entender melhor, no governo o próprio governo se ataca? E não. Não estamos falando de discussões sobre quem é favorável ou a favor de uma projeto. A dialética  deve ocorrer e faz bem que  ocorra nas discussões sombre o meu futuro que ocorrem no senado e câmara legislativa.           Se comparamos a organi...

Na cozinha

Odores estranhos. Receitas novas. Novas maneiras de ser feliz. Que por vezes erro no ponto. Amargo por um dia, No outro o sabor é doce de mais, por sentir o salgado de você. Misturo o calor do meu corpo com os meus sentimentos, Cozinhando pensamentos em fogo brando. E enquanto não encontro o sonho certo me divirto com fatias pedaços de felicidade devorados rapidamente. Pedaços que enchem o estômago rapidamente, mas o metabolismo da vida é rápido Exigindo sempre novas formas de saciamento.

Nem parado estou quieto

E se eu quiser só ficar parado. Nem assim eu serei omissão. Decidi ficar parado. Decidi ser ingrato. Decidi renegar minhas opções Decidi cuspir no prato. Me decidir por não ter ambições Queria ficar quietinho, Em baixo do lençol no dia de chuva, Sem correr pra baixo dos pingos, para ainda ter que receber os machucados do dia Caindo em mim como pingos Doendo em mim como frio da água gelada. Dizer não já é dizer algo. Ficar calado já é optar. Fechar os olhos ainda assim é decisão, Por que será que sempre sou o responsável? Queria que os sonhos fossem realidade. Nesses, quando acordo a culpa não é minha. Nesses eu entro de novo, E tudo e tela branca pra pintar com a imaginação.

Mudança

         Conversa boa vinha fácil, novas atitudes eu podia perceber, seu passado que para tantos podia ser interessante para mim era algo distante da minha realidade. De repente aquelas palavras trocadas naquela conversa começam a me fazer rachar, era como se meu corpo tentasse encontrar lugar para absorver todas aquelas novas ideias. É então que meus preconceitos começam a quebrar e partindo ainda em pedaços menores cada vez que ouço um novo acontecimento do seu passado. Partindo ainda mais e todos aqueles pedaços já começam a moer. Assim não tenho mais crosta tenho o pó dos meus preconceitos no chão. E por uma momento vem o silêncio. Começo a refletir sobre aquilo e é como se viesse água a se misturar no pó aos meus pés. Percebo que tudo ao redor de mim é sujeira, é incomodo. Tantas coisas novas ao mesmo tempo não me deixam tranquilo. O fedor do novo incomoda até o meu nariz e me agustia. Chega ao ponto de não querer mais te ouvir quando vo...

A gente pensa

                 Quando a gente pensa e não pode falar,                              a gente deveria escrever                                             nem que depois guarde em segredo,                      pois a gente, só é                                  gente, porque pensa e raciocina e é                                agente quando escreve. Se não é pra ser         ...