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Um jantar entre eles

     Entre gritos, sorrisos e mais alguns sons para expressar a felicidade, encontram-se Verônica seu amigo Lucas, Bárbara e Francisca. Hoje é a noite de comemoração do novo abajur de duzentos reais que Verônica comprou em alguma loja chique para lembram ao mundo, que seu salário estava valendo a pena. Era estranho o aviso ao mundo ficar em cima da mesa perto do sofá ou em apenas algumas fotos no Instagram de três pessoas, pois Francisca acha que já tem rede social de mais, e também pelo motivo que avisos ao mundo deveriam ser acessíveis para todos, mas Verônica não vai ao fundo nesse tipo de pensamento hoje, o prazer da noite é perceber que as taças de vinho tinto combinam tão bem com seu abajur caro e com mais alguns goles de vinho já era comparado a obras de Niemeyer.    - A por favor!  Já estamos bêbados o suficiente para começar a aumentar a nossa intimidade.    - Não quando aumentar a intimidade significa vocês rindo da minha ...

Talvez seja mais um lugar comum do que um preconceito.

       Um belo dia uma amiga minha me envia uma reportagem na qual uma mulher negra era obrigada a limpar o chão, o qual sua filha anteriormente tinha sujado, pois teve um problema com o calor ao algo do tipo e por isso passou mal.  Logo a baixo da reportagem enviada tinha uma comentário da minha amiga no qual estava escrito: " Mas talvez você seja do grupo dos que bradam: “Ah, mas vocês veem racismo em tudo! ", posteriormente eu descobri que era um pedaço da matéria transcrito. Porém ainda assim fiquei por muito tempo fiquei pensando se eu realmente sou  do tipo que vê preconceito em tudo.     Como todas essas notícias ocorrem na internet o que poderia ser melhor para entendermos o reação popular do que ler os comentários? Alguns são bem reticentes ao meu pensamentos porém outros surgem  com frases como "Exagero falar isso", sobre a mulher que foi obrigada a limpar.    Para entendermos o preconceito existent...

Verônica na infância

                 Mais uma vez o tilintar das chaves na abertura da fechadura anuncia a entrada de Verônica na sua casa. A mesma casa de segunda mão terá mais uma vez sua dona em seu interior.                  Verônica lança a bolsa no sofá já gasto. Ela até poderia pendurá-la, mas um dia estressante faz com que pensar onde colocar as coisas nunca seja prioridade.  Logo após é sua vez de descontrair o máximo possível seus músculos deixando o seu corpo se entregar à gravidade, ou seria ao cansaço, e cair no sofá. O controle sempre está no lugar certo, sempre no ponto de ser pego facilmente apenas estendendo o braço. Um clique no botão e a claridade da casa não é apenas feita pelas luzes que entram pelas frestas de portas e janelas. O brilho do aquário tecnológico clareia a sua casa e reflete em sua retina. Um olhar mais minucioso naquela cena poderia e...

02:20

           02:20 no relógio.            É o mundo jogando na minha cara através de horas que os contrários vivem perto o suficiente para formar uma coisa só.             Ando amando mais músicas do que gente. E a gente que me ama tá longe. Ultimamente parei de ser agente com gente. E muito contrário perto de mim. Ultimamente ando tento melodias novas e pouco surpreendentes, baladas novas com notas velhas. Ultimamente ando amando mais músicas clássicas com ritmos que ficam no meu gosto de primeira. Não me firmo em novidades, porque novos tons tão mais me machucando do que me fazendo dançar.            Mas o mundo está jogando na minha cara às 02:20 que zona de conforto não causa evolução. Preciso dançar baladas antigas com passos novos. Preciso ensinar essa gente a dançar, ensina...

Vestimenta que te cabe

            Começava o dia e se vestia de felicidade. Assim já acreditava estar pronto para sair na rua.Nela já demostrava sua peça de roupa mais manjada, um sorriso amarelo tamanho grande que ele achou no escritório num dia em que todos comemoravam o aniversário do patrão.           Ao longo do dia trocava de figurino. Ia do casual apressado até o compenetrado no trabalho. Ainda existias outras trocas de figurino que dependia do que o dia demandava, por vezes podia ocorrer de precisar de uma visual mais estressado, isso sempre acontecia no ultimo dia de entrega do projeto. Contudo, a rotina era exibir ao final do dia um olhar aberto esperando novos convites,mas essa peça de roupa não agradava ou não tinha a cor da estação, alguma coisa nela estava errada, poucos a viam, as pessoas estavam usando caras fechadas e não percebiam a abertura do seu olhar, assim por poucas vezes tirava ...
Mergulhei no mundo errado mesmo assim resgatei certas repostas Sofro com um desconforto pela falta da duvida Sinto falta da venda quentinha que tampava meu rosto meus olhos agora são ofuscados pela luz sofro por saber da verdade mas não me amedronto por ela Eu aguento segurar o peso da verdade